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Entendendo o Conceito de Inteligência Emocional e sua Importância

Sabe aquele dia em que te perguntam sobre inteligência emocional e você não entende bem esse conceito? Essa situação é uma das mais comuns que existem, detalhe: o caminho está em aprender a desenvolver.

O desafio é descobrir como criar a sua e tornar-se alguém emocionalmente inteligente, não é mesmo!? Nesse cenário, a melhor alternativa disponível é usar as informações do texto para mudar a sua realidade a partir de agora.

A ideia do texto é mostrar o que é inteligência emocional, como desenvolver e ensinar os passos para conseguir. Dessa forma, ainda será possível descobrir uma indicação de autor e ter uma indicação de livro/autor.

O que é inteligência emocional?

É importante, antes de mais nada, entender a inteligência emocional como um conjunto de competências inerentes a lidar com as suas emoções. Sendo assim, dá para dividir em algumas etapas, confira quais são elas:

Percepção – Sabe quando uma situação, que pode ser boa ou ruim, e você não sabe o que fazer? Então, a parte de percepção é primordial e é a que auxilia a cair no outro ponto, evitando de, por exemplo, explodir.

Processamento – Se você não tomar uma decisão intempestiva, assim que perceber o caso, caí no processamento. Trata-se da etapa em que você digere uma emoção ou situação e sabe o que está acontecendo.

Compreensão – Compreender o que está acontecendo e não tomar nenhuma decisão no calor da emoção, é algo essencial. Essa etapa é crucial para um ponto: levar ao último estágio para o desenvolvimento.

Gerenciamento – Gerenciar é um desafio é a etapa final para conseguir usar a sua inteligência emocional de modo assertivo. Por consequência disso, não deixe de atuar para desenvolver a sua.

As emoções fazem parte da vida e o segredo consiste em não se deixar levar pelo calor do momento. Em outras palavras, seria como ser provocado e não cair no erro de responder “na mesma moeda”, como muitos fazem.

Como desenvolver inteligência emocional?

Como desenvolver inteligência emocional?

Em primeiro lugar, o segredo é desenvolver a inteligência emocional por meio de um recurso: autoconhecimento. Afinal, sem esse recurso é impossível que você consiga o desenvolvimento correto do seu.

Sem conhecer a si mesmo e descobrir o que realmente é sério e aquilo que é apenas um capricho, é impossível desenvolver a inteligência emocional. Para conseguir, siga quatro dicas que são fundamentais para o processo.

Perceba as emoções, tanto suas e também dos outros

O mundo é um misto de emoções e você sente todo dia, por exemplo: riso, gratidão, ódio, inveja, raiva, amor, gratidão, etc. Esses sentimentos podem pertencer a você e também aos outros, sem ter diferença na interpretação.

Esse processo de percepção é essencial para sentir o que está acontecendo, não é preciso pensar em nada depois disso. Vale muito a pena pensar nisso e você poderá entender que o primeiro passo está em se permitir isso.

Raciocine partindo do pressuposto do significado das emoções, tanto sua e dos outros

Há sentimentos que pertencem a você e outras, infelizmente não, a pergunta que fica é a seguinte: como pensar nisso? Então, a solução é pensar no significado que cada uma possui e no efeito que tem na vida das pessoas.

A inteligência emocional é mais do que interessante no dia a dia e uma das etapas é o seu raciocínio. No entanto, é preciso que seja livre das emoções e por isso que a melhor opção é buscar o seu autoconhecimento.

Entenda o que cada emoção significa

Não dá para achar que a raiva significa o mesmo do que o amor, certo!? Nesse cenário, entenda o que cada uma indica e você pode perceber o óbvio: isso é crucial para desenvolver o seu autoconhecimento e não ter pressa.

Um bom exemplo disso é quando alguém se reconhece como uma pessoa que é boa demais e decide equilibrar esse conceito, pois alguém muito caridoso pode não saber competir e é preciso prestar atenção em todos os detalhes.

Gerenciar

Uma vez desenvolvido o autoconhecimento, você começa a desenvolver a sua inteligência emocional e aplicar no dia a dia. Esse gerenciamento é muito importante para não se deixar levar pelo que o momento exige.

De uma forma ou de outra, a pessoa que é inteligente emocionalmente faz um momento terrível ir se tornando cada vez melhor. Ou seja, é uma necessidade da sociedade, acredite: sorte daqueles que conseguem ter.

Como ter inteligência emocional?

Se você deseja ter inteligência emocional, uma bela opção é misturar três coisas: autor da obra, obra e vivência no dia a dia. Assim, você usa a teoria e a prática, por isso consegue desenvolvê-la como um estilo de vida.

Agora que você sabe disso, o principal é descobrir a importância de cada um e entender como auxilia no dia a dia. Alguém emocionalmente inteligente é capaz, dentre muitas coisas, de não se arrepender de ter agido corretamente.

Indicação de autor: Daniel Goleman

Por mais que Daniel Goleman não tenha sido o grande introdutor da inteligência emocional, o autor é um dos principais nesse assunto. Vale lembrar, entretanto, que Daniel é psicólogo e PhD pela Universidade de Harvard.

A população da IE só foi possível devido ao autor e um dos motivos é ele entender que a gestão de sentimentos é a responsável por fazer alguém ser inteligente emocionalmente, expressando-os nas situações mais adequadas.

O controle da emoção é crucial para desenvolver habilidades e competências, portanto, levando as habilidades que fazem a pessoa atingir êxito na vida pessoal e profissional, até mesmo aflorando a liderança.

O livro do autor, contudo, chamado “inteligência emocional” trouxe um embate histórico entre o QE versus QI. Respectivamente, Quociente Emocional e Quociente de Inteligência, sendo lançado no ano de 1995.

O livro teve mais de 5 milhões de cópias vendidas pelo mundo e foi traduzido para mais de 40 idiomas. Tornou-se, desse modo, um best-seller e impulsionou a atenção das pessoas para o tema e popularizou a expressão.

Livro: Inteligência Emocional

O livro inteligência emocional de Daniel Goleman contempla um modelo e traz um conjunto de habilidades, bem como de competências. A obra contribui ainda mais e oferece cinco grandes pilares, são os seguintes:

  • Autoconsciência;
  • Autorregulação;
  • Automotivação;
  • Empatia;
  • Habilidades sociais.

Se você quer saber o que cada um significa, a leitura do livro é obrigatória. Por outro lado, o autor ainda identifica 12 domínios cruciais para que você consiga desenvolver:

  • Adaptabilidade;
  • Administração de conflitos;
  • Autoconhecimento emocional;
  • Autocontrole emocional;
  • Coach e mentoria;
  • Consciência organizacional;
  • Empatia;
  • Influência;
  • Liderança inspiradora;
  • Orientação para realização;
  • Perspectiva positiva;
  • Trabalho em equipe.

Obviamente que a ordem não é essa e por isso a leitura do livro é primordial para entender esses detalhes. Logo após, é apenas cair no último ponto: coloque a inteligência emocional em prática o quanto antes. 

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